Além da apresentação da tese de Pós-Doutorado desenvolvida na Instituição, “Amizade e Direito”, do Prof. Dr. Tiago Tondinelli, o evento marcou o lançamento de 14 livros

O Programa de Mestrado em Direito do Centro Universitário Eurípides de Marília - UNIVEM, coordenado pelo Prof. Dr. Lafayette Pozzoli, encerrou as atividades de 2019, com um Café Filosófico. O momento cultural reuniu mestrandos da pós-graduação do UNIVEM, alunos da graduação, integrantes do corpo docente e convidados.

Além da apresentação da tese de Pós-Doutorado desenvolvida na Instituição, “Amizade e Direito”, do Prof. Dr. Tiago Tondinelli, o evento marcou o lançamento de 14 livros, frutos de pesquisa e artigos desenvolvidos por alunos e ex-alunos da graduação, pós-graduação e do Programa de Mestrado do UNIVEM.
“Cada vírgula, cada palavra escrita, traduz a preocupação e o pensamento do autor. Cada livro escrito é um legado deixado para a humanidade”, destacou o coordenador do Programa de mestrado do UNIVEM, Prof. Dr. Lafayette Pozzoli.
Segundo ele, o Centro Universitário, por meio da pesquisa, tem estimulado que os alunos ingressem no universo autoral. “A maioria desses livros é de autores que estão começando agora. E isso é realmente gratificante”, frisou.
Para o Professor do curso de graduação em Direito, pesquisador e orientador de trabalhos de conclusão, extensão e iniciação científica e pós-doutorando, pela segunda vez, do UNIVEM, Mário Lúcio Garcez Calil, o Café Filosófico proporciona um compartilhamento de conhecimento ímpar. “Aqui, doutores e titulados partilham de experiências e conhecimento com graduandos. É uma experiência engrandecedora. Todo lugar é lugar para partilhar conhecimento, mas ao redor de uma xícara de café é sempre mais agradável”, ressaltou.
Conforme cita o monge beneditino do Mosteiro de São Bento, em São Paulo, João Baptista Barbosa Neto, “é impossível negar que o café faz parte da cultura brasileira, desde muito tempo. Eis os livros de História que não me deixam mentir, quando nos lembram das grandes fazendas e plantações de café no Século XIX. Já há algum tempo, os eruditos e amantes da sabedoria fizeram uma combinação que vem dando certo: os cafés filosóficos. Herança europeia, quando os cafés parisienses eram ponto de encontro entre intelectuais e poetas, assim também como na capital portuguesa, mais precisamente no Chiado, Fernando Pessoa refletia sobre o assunto “da hora”, diante de uma xícara de café, também nós paramos para entrar em contato com o pensamento humano, refletindo a respeito dos problemas atuais e da própria filosofia”.




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