DIÓGENES MUNIZenviado especial da Folha Online a Hannover Andar de bicicleta ouvindo música é tão prazeroso quanto arriscado. Fones de ouvido isolam os ciclistas do que está ao redor --em grandes cidades, isso pode ser letal. Dois lançamentos da feira de tecnologia Cebit, em Hannover (Alemanha), resolvem o impasse. Divulgação Capacete em que se acopla caixa de som para ciclistas é mostrado na feira alemã CebitO mais elaborado (e caro) é o Tunebug Shake, uma espécie de caixa de som acoplada ao capacete. O aparelho repercute o áudio pela estrutura ao redor do protetor, independentemente do material do qual ele for feito. Isso evita incômodo sonoro aos transeuntes e não aliena o ciclista. O "besouro" pesa 68 gramas, tem autonomia de cinco horas e precisa ser conectado a um tocador de música, como o iPod. Ele capta faixas por meio de cabo, mas também pode fazê-lo sem fio (via Bluetooth). Ao preço de R$ 210, aterrissa no mercado norte-americano em abril, segundo a companhia. Diógenes Muniz/Folha Online Caixas de som permitem que ciclistas ouçam música, mas sem arriscar a sua segurançaA opção popular ao requintado Tunebug vem da Coreia do Sul. Estreou nesta Cebit o VS-BK200, da empresa Vitcen. O gadget custa R$ 30 e deve chegar até julho aos consumidores europeus e norte-americanos. O aparelho, além de tocar música digital, recebe sinal de rádio FM. Seu barulho é potente e o raio de alcance, maior. Isso porque ele fica longe dos ouvidos, mais precisamente no guidão. É, portanto, um bom item para quem gosta de chamar atenção. Ao ser destacado da bicicleta, o VS-BK200 funciona como caixa de som comum. O jornalista viajou a convite da Hannover Fairs do Brasil