NovoUnivem adota estratégia de dois motores para unir eficiência acadêmica e inovação de mercado

Publicado em 30 de setembro de 2026 às 11:35

Institucional

Modelo combina a dimensão acadêmica da Universidade com uma estrutura voltada à inovação, permitindo fortalecer o presente enquanto novas possibilidades são desenvolvidas.

O NovoUnivem incorporou à sua estratégia institucional uma lógica baseada na operação simultânea de dois motores: um dedicado à eficiência acadêmica e outro à inovação de mercado. O modelo parte de um princípio da gestão empresarial e o aplica ao contexto universitário para que a instituição possa fortalecer suas atividades acadêmicas enquanto desenvolve novas formas de conexão com empresas, tecnologia e mercado.
A referência vem de A Estratégia do Motor 2, de Sandro Magaldi e José Salibi Neto. Na abordagem apresentada pelos autores, organizações que buscam crescimento sustentável precisam administrar duas necessidades diferentes ao mesmo tempo: preservar e aprimorar aquilo que sustenta sua atividade principal e criar condições para explorar novas oportunidades.
O desafio está justamente em não tratar essas duas funções como se fossem iguais. O Motor 1 trabalha com eficiência e aperfeiçoamento da atividade existente. O Motor 2 tem outra natureza: explora possibilidades, antecipa cenários e abre espaço para a transformação. A estratégia dos dois motores sustenta que concentrar toda a energia apenas no primeiro limita a capacidade de construir o futuro.

Como os dois motores funcionam no NovoUnivem
No NovoUnivem Premium, essa lógica foi traduzida para o ensino superior por meio do conceito de Universidade Ambidestra, uma instituição estruturada para desenvolver simultaneamente duas dimensões complementares.
O Motor 1 corresponde à eficiência acadêmica e está relacionado às atividades que constituem a base da Universidade, como ensino, pesquisa e extensão.
O Motor 2 corresponde à inovação de mercado. É nessa dimensão que estão os oito Centros Estratégicos, concebidos como uma estrutura para ampliar as formas de atuação e de conexão do NovoUnivem com projetos, empresas, tecnologias e novas demandas.
A existência de um segundo motor não significa substituir ou reduzir a importância da atividade acadêmica. A lógica é justamente a complementaridade: enquanto um motor fortalece a formação universitária, o outro cria condições para que a instituição acompanhe transformações que acontecem fora de seus limites tradicionais.

Presente e futuro na mesma estratégia
É essa capacidade de desenvolver duas dimensões simultaneamente que aproxima o modelo do NovoUnivem do conceito de ambidestria organizacional.
Na gestão, uma organização ambidestra é aquela capaz de aprimorar sua operação atual e, ao mesmo tempo, explorar novas possibilidades. No contexto do NovoUnivem, isso significa preservar a consistência acadêmica enquanto se desenvolvem estruturas voltadas à inovação e à aproximação com outros ambientes.
Os oito Centros Estratégicos materializam parte dessa segunda dimensão. Em vez de concentrar a inovação em uma iniciativa isolada, o modelo estabelece uma arquitetura específica para o Motor 2, com frentes relacionadas a diferentes campos de atuação.
Assim, Motor 1 e Motor 2 não são concorrentes. Um não existe para corrigir ou substituir o outro. Eles desempenham funções diferentes dentro de uma mesma estratégia institucional, princípio que também orienta a comunicação editorial definida para o modelo.

O que essa estrutura representa para o aluno
Para quem está escolhendo uma graduação, compreender essa estratégia ajuda a perceber uma mudança importante na maneira como o NovoUnivem pensa a experiência universitária.
A formação acadêmica permanece como fundamento. Ao mesmo tempo, a instituição estrutura uma segunda dimensão para ampliar sua relação com inovação, tecnologia, projetos e mercado. A proposta é criar mais pontos de contato entre o ambiente acadêmico e as transformações que acontecem no mundo profissional.
Isso significa pensar a Universidade não apenas pelo que ela precisa entregar hoje, mas também pela capacidade de acompanhar mudanças e desenvolver novas possibilidades ao longo do tempo.
A estratégia dos dois motores, portanto, não propõe uma escolha entre tradição acadêmica e inovação. Seu princípio é fazer com que as duas avancem juntas: fortalecer o presente sem deixar a construção do futuro para depois.