NovoUnivem transforma visão de futuro em novas frentes de atuação

Publicado em 29 de setembro de 2026 às 15:09

Institucional

A criação de oito Unidades Estratégicas de Negócio, o reposicionamento da visão de mercado e a ampliação do conceito de cliente materializam uma escolha: participar ativamente da construção do futuro.

NOVOUNIVEM
Prever o futuro ou participar de sua construção? Essa ideia está no centro de um dos movimentos que orientam o NovoUnivem. Em vez de tratar as transformações do ensino, da tecnologia e do mercado apenas como mudanças às quais seria necessário responder, a instituição decidiu criar novas estruturas e ampliar sua forma de atuação.

O raciocínio parte de uma ideia associada a Peter Drucker, uma das principais referências da administração moderna: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.” No NovoUnivem, essa perspectiva deixou o campo conceitual para se traduzir em decisões institucionais. A proposta definida no projeto envolve três movimentos: a criação de oito Unidades Estratégicas de Negócio (UENs), o reposicionamento da visão de mercado e a redefinição do conceito de cliente.
São decisões diferentes, mas conectadas por uma mesma lógica: o futuro não é tratado apenas como algo que acontecerá com a instituição, mas como algo sobre o qual ela pretende agir.

Criar o futuro significa transformar intenção em estrutura
Falar em futuro é relativamente simples. O desafio está em transformar essa intenção em algo concreto.
É nesse ponto que entram as oito UENs, concebidas como Centros Estratégicos. Elas ampliam as possibilidades de atuação do NovoUnivem e criam estruturas voltadas à conexão do conhecimento acadêmico com outras demandas da sociedade.
A criação dessas unidades não aparece isoladamente no projeto institucional. Ela faz parte de uma mudança mais ampla na maneira como o NovoUnivem compreende seu papel. A instituição preserva sua atuação no ensino, na pesquisa e na extensão, ao mesmo tempo em que desenvolve novas formas de gerar valor por meio do conhecimento.

Essa concepção encontra respaldo na própria influência de Drucker sobre o projeto. Entre os princípios associados ao autor que orientam essa construção estão a reflexão sobre qual é o negócio de uma organização, a gestão por objetivos e a inovação como função empresarial. No NovoUnivem, a resposta à primeira dessas questões amplia a perspectiva: a atuação institucional não se restringe à oferta do ensino superior, mas considera também a geração de valor por meio do conhecimento.

Uma universidade que amplia o olhar sobre quem atende
Construir novas possibilidades também exigiu rever para quem a instituição pode gerar valor.
Nesse processo, o conceito de cliente foi ampliado. O aluno permanece no centro da atividade educacional, mas a atuação institucional passa a considerar também empresas, profissionais, setor público e sociedade.
Essa mudança de perspectiva é importante porque aproxima diferentes ambientes que tradicionalmente poderiam permanecer separados. Conhecimentos, necessidades e experiências provenientes de organizações, profissionais e da sociedade podem estabelecer novas conexões com o ambiente universitário.
Para o estudante, essa ampliação ajuda a construir uma experiência de formação inserida em um ecossistema mais abrangente. A universidade continua sendo o espaço da formação acadêmica, mas amplia as possibilidades de contato com contextos, problemas e transformações que existem além dela.

O futuro profissional também se transforma
Para quem está escolhendo uma graduação, falar sobre o futuro não significa apenas tentar descobrir quais profissões existirão daqui a alguns anos. Significa compreender que a própria formação precisa conviver com mudanças que continuarão acontecendo durante e depois da universidade.
É justamente aí que a ideia de “criar o futuro” ganha significado para o aluno.
Uma instituição que cria novas estruturas, amplia suas conexões e acompanha diferentes demandas pode proporcionar um ambiente no qual a formação acadêmica dialogue de maneira mais próxima com as transformações que cercam o estudante.
Isso não significa tentar prever cada tecnologia, profissão ou mudança que surgirá. Significa construir condições para que conhecimento, formação, inovação e novas possibilidades de atuação possam se encontrar.
Para os estudantes que iniciam hoje sua trajetória universitária, essa capacidade importa porque boa parte de suas carreiras será construída em um cenário que ainda está se formando.

Esperar o futuro ou participar de sua construção
A transformação proposta pelo NovoUnivem parte, portanto, de uma escolha institucional.
As oito UENs, a nova visão de mercado e a ampliação do conceito de cliente são manifestações concretas dessa decisão. Mais do que antecipar o que acontecerá nos próximos anos, a instituição busca criar estruturas capazes de participar dessas mudanças e produzir novas conexões entre universidade, conhecimento e sociedade.
É nesse sentido que a reflexão atribuída a Peter Drucker encontra sua aplicação no NovoUnivem: o futuro não precisa ser entendido apenas como destino. Ele também pode ser construído por decisões tomadas no presente.

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